Coluna Poesias do Kurt – Brilho triste

No momento

em que a tarde caía,

lá estava

uma mulher…

Transvestida de fada

onde trazia na sua vontade,

“por hora’,

um só pedido.

 

A avenida principal

dos seus olhos,

invertem:

papéis, personagens, histórias.

Transformam em sonhos

e dorme tranquilamente,

sem culpa.

 

Nos seus olhos-avenida

vão deslizando

um brilho triste

de uma imagem

que se diz poética.

Onde uma lágrima

fina de sangue

me corta a carne,

sua carne,

adormecendo o que é de fato.

Despertando o que foi de fato.

 

Truck Tumleh

www.kurt.com.br

 

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