Poesias do Kurt – Formigueiro

Quem sabe fel,

um dia mel,
um diamante: 
silêncio, 
rigidez, 
brilho 
e doçura.
 
Na decência do vento
as pétalas bailam
e os frutos entre tantos maduros 
caem se esvaindo em sementes:
germinam, brotam
e os caules se ramificam
e a sombra se acomoda…
 
E na quietude
de cada segundo
de uma manhã qualquer,
um pássaro canta
a gurizada antes mesmo do café
sobem nas árvores
na mesma intimidade
de um formigueiro.
 
Nos meus olhos um filme
de tantas lembranças e saudade
que chuviscam e escorrem emoções…
 
Truck Tumleh

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